I want to find you but I don't know where you are
February 25, 2012
February 24, 2012
February 7, 2012
Nostalgia
Não acontece muitas vezes verdade seja dita, mas de ferro ninguém é e muito menos eu.
Há muito tempo que não escrevo e agora pergunto-me se será preciso sentir saudades para ter vontade de escrever? Será que para mim escrever é sinónimo de dor?
A verdade é que ultimamente tenho estado bem, tenho-me sentido bem, sem vontade de "escapulir" para o meu refúgio que são as palavras...
Mas não, sinceramente penso que o facto de não escrever há bastante tempo não tem a ver com dor nem saudade, mas sim com vontade e inspiração.
Considero-me uma pessoa positiva apesar de todas as rasteiras que a vida me deu, e não gosto de pensar que foram muitas porque é egoísta quando meio mundo morre de fome e de doênças... Simplesmente aprendi a dar valor às pequenas coisas, tentar ao máximo tornar o ordinário em extraordinário e sobretudo dar valor às coisas para não as perder, em vez de as perder porque não lhes soube dar valor.
Considero-me uma pessoa positiva apesar de todas as rasteiras que a vida me deu, e não gosto de pensar que foram muitas porque é egoísta quando meio mundo morre de fome e de doênças... Simplesmente aprendi a dar valor às pequenas coisas, tentar ao máximo tornar o ordinário em extraordinário e sobretudo dar valor às coisas para não as perder, em vez de as perder porque não lhes soube dar valor.
Por vezes ponho-me a pensar em tudo o que já deixei para trás. Os meus amigos, a minha família, um país tão bonito que é Portugal, cheio de sol, calor, mar, história e cultura. Sim sinto saudades, por vezes mas não sempre, porque o mundo é tão vasto e maravilhoso e eu ainda agora o comecei a perceber.
Sinto-me como um pequeno rapaz, cheio de vontade de aprender e descobrir, todos os dias e a cada esquina, e sobretudo sei que a vida ainda tem muito para me oferecer.
Aprendi que algumas pessoas entram e saem das nossas vidas como flores que nascem e morrem na primavera, mas que tal como as flores elas deixam na nossa memória a cor que o sol um dia lhes deu. Aprendi a conhecer pessoas novas, viver em sítios diferentes, e até aprendi a safar-me sozinho. Aprendi a dizer "olá!"... Mas nunca aprendi a dizer adeus.
Aprendi que algumas pessoas entram e saem das nossas vidas como flores que nascem e morrem na primavera, mas que tal como as flores elas deixam na nossa memória a cor que o sol um dia lhes deu. Aprendi a conhecer pessoas novas, viver em sítios diferentes, e até aprendi a safar-me sozinho. Aprendi a dizer "olá!"... Mas nunca aprendi a dizer adeus.
Dizem que a nossa casa é onde está o nosso coração... Sinceramente acho que ainda não descobri onde está o meu, portanto vou continuar a procurar, nesta viajem incrível que é a vida, e neste sítio maravilhoso que é o mundo!
Posted by Afonso at 2:21 AM 0 comments
"Quem escutou com a alma e antes não sentia saudades de nada... passou a tê-las intensamente, sem saber propriamente de quê."
Posted by Afonso at 1:33 AM 0 comments
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